Quem não lembra do BOOM da filosofia FREE??? Bons tempos aqueles, tudo era novidade. Ao chegar em uma comunidade e falar sobre FREE software, aeuheauae, ja tinha discussão para dia inteiro. Era Microsft de um lado, e claro, o LINUX do outro. Bem, esquecendo um pouco do passado, um assunto me deixou preocupado. As crises em certos projetos Open Source.
Não faz pouco tempo que notei isso. O problema é quando as crises ocorrem em projetos sérios, como a Fundação Gentoo. Só para exemplo, em meados de 2007, fui atrás da mais nova versão da Distribuição Gentoo. Nesse período ja deviam ter lançado a versão 2007.2. Só que para minha surpresa, informaram a comunidade que houve um atraso na atualização porque alguns integrantes da equipe de desenvolvimento tinham se desligado. Inclusive, a relação entre a Gentoo e seu fundador — Daniel Robbins, não era das melhores. Para resolver o problema, organizaram suas questões burocráticas e sua ligação com seu fundador. Aparentemente, a Gentoo está tomando o rumo novamente e, tomara, que cresça mais e mais. Pois é uma ótima Distribuição.
Sabemos que convites de empresas como Microsoft, Google e etc, balançam o coração dos profissionais pelo tipo de proposta e pela remuneração. Porém, software aberto não significa de GRAÇA, nem produção de sistemas triviais. Vejamos o Exemplo do FREEBSD. Um Sistema Operacional, da universidade de Berkley, mantido por professores e alunos. Digamos que um aluno saia. O sistema é da universidade, ja existem padrões de desenvolvimento, se um aluno sair, outro que queira crescer, tomará seu lugar.
Então, a solução é uma boa organização para fundamentar todo o projeto. Por falta disso, veremos muitas mudanças ai pela frente.

maio 24th, 2008 at 5:11 pm
Concordo com o que Fish falou…até porque isso daria uma padronização aos projetos de software livres,assim como acontece no desenvolvimento de software proprietário de grandes empresas. Pois no caso das grandes empresas o fato de um dos membros da equipe se disvincular da mesma durante a criaçao de um novo projeto nao que dizer que o mesmo ficara sem ser concluido….outros membros dão continuidade ao trabalho e no final o usuário final acaba sendo o beneficiado.
Parabens pelo blog Fish!
abraços =D
maio 24th, 2008 at 6:00 pm
Muito bom o enredo, um dos mais simples sobre open source.
Vale a pena ressaltar que projetos como ubuntu, só crescem por que além de bem documentado, os desenvolvedores sabem que o “mundo” associa free com grátis e acabam somente lucrando com o suporte (que por sinal é elite, a Cannonical).
Bem, é isso aí!
Deus abençoe!
maio 24th, 2008 at 8:12 pm
É com a filosofia opensource que tais projetos se mantém, por isso não importa quem sai ou quem fica, haverá sempre uma reposição para a peça que falta e olha que não falta mesmo gente de responsabilidade hoje em dia para tal. Bem realçado o comentário acima pois, o suporte é quem segura essa onda toda e até já foi discutido isso em relação aos softwares proprietários quanto ao valor que se paga por exemplo um Windows e quanto se paga para se obter suporte em um projeto opensource.
Bom, parabéns pela iniciativa do blog e continue sempre atualizando os posts.
Aquele abraço irmão
maio 27th, 2008 at 8:28 am
Olá Fish,
Beleza de artigo. O OpenSource é fundamental para a existência do software em si, seja ele aberto ou proprietário. Trata-se de uma força de equilíbrio que precisa coexistir.
Os casos de sucesso e fracasso em projetos OpenSource demonstraram que, mesmo nessa área, é preciso atuar com muito profissionalismo e organização para que o projeto perdure. Não podemos negar os interesses econômicos que há por trás de tais projetos (e na minha opinião devem existir) sustentando toda a cadeia de valores em que se origina.
Abraço.
maio 27th, 2008 at 10:52 am
Diga aí fisholito.
Seguinte. Open Source é Capitalismo do mesmo jeito. Só que mais divertido! Pq dá uma ideologia para um montão de gente.
Além disso, gosto de pensar que é um capitalismo mais humanitário, se é que isso é possível. Pq, ganha-se muito dinheiro mas deixa-se algo útil, a possibilidade de outras pessoas aprenderem conhecendo as entranhas do produto (o mais importante) e um produto com custo direto zero para alguns e algum custo compensável por benefícios para outros.
Agora, tudo é questão de possibilidades e capacidades. Né?
Usuário corporativo não pode ser cego. Tem que usar o que de fato vai potencializar valor. E isto, aí só dá para falar com conhecimento específico de assuntos muito específicos!!!!!
E que venha mais posts!!!!!
maio 27th, 2008 at 12:12 pm
Orlando, eu admiro a sua visão. Parabéns cara!!!
maio 28th, 2008 at 12:54 am
Fish. E eu admiro sua iniciativa e esforço.
Valeu por estar participando da discussão cara.
E hoje heim! Acabamos falando e Ideologia, coma participação do grande Janio.
maio 28th, 2008 at 8:33 am
heheheh, participação especial!!!!